Me perdoe por ser assim, meio insensata, meio explosiva e até um pouco perspicaz. O problema é que não consigo ser desse jeito normal, igual. Vivo borbulhando uma quantidade de sentimentos assustadora. Todos misturados na alma. Fazendo essa confusão dentro de mim, uma confusão bonita, profunda, diferente. E aqui estou eu, essa sentimentalista clichê, escrevendo versos para meu amor, como se um dia fosse ver.

Borbulhar   (via versando)

1:52
É possível que lar seja uma pessoa e não um lugar?

— Anna e o Beijo Francês. (via infinito-particular)

1:48
Não adianta. Eu não vou chorar, não vou sofrer, não vou te ligar. Eu te amo, mas também me canso.

Caio Fernando Abreu. (via engelberg)

1:48

1:48

1:45

A morte parece menos terrível quando se está cansado.

Beauvoir. (via prisioneiro-da-morte)

1:45
Que é você que eu quero
Com você eu quero me casar.

— Nando Reis  (via versando)

1:45
Não tem poesia, nem palavra difícil e nem construção sofisticada. O amor é simples como sorrir numa droga de fila. E não se sentir mais sozinho e nem esperando e nem desesperado e nem morrendo e nem com tanto medo.

— Tati Bernardi (via versando)

1:45
Você odeia qualquer um, que tire de você a atenção que você acha que tem que ser só sua.

Charlie Brown Jr   (via versando)

1:44
A gente precisa ter o coração partido algumas vezes. Isso é um bom sinal, ter o coração partido, quer dizer que a gente tentou alguma coisa.

Comer, Rezar, Amar.  (via versando)

1:42
Por que nosso mal é este: pensar demais.

— Martha Medeiros  (via versando)

1:41
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